terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O som do coração (August Rush)

Eu demoro uns dias para escrever aqui, na verdade isso não é por falta de vontade e sim por falta de inspiração e acredito que é muito mais valioso ficar alguns dias ausente do blog, e após isso trazer algo de interessante , do que apenas escrever algo para "enxer linguiça" e não ter nenhum fundamento idealista ou edificante para quem aqui (ainda) vem ler algo escrito por mim.
Bom hoje foi uns dos dias em que me deu uma imensa vontade de escrever , tanto por ter ido ao cinema , quanto por observar as coisas pequenas em que não percebemos , e isso também não vem ao caso, vou realmente falar sobre o filme que vi hoje.
Uma história que poderia muito bem ser vivenciada por qualquer um,excluindo pelo fato que o personagem principal tinha(ou tem, não sei) um talento imenso para a música, e não por ter desde pequeno ótimos professores,até porque ele nunca teve e nem sequer alguém lhe explicou quais são as notas musicais, e mesmo assim possui o dom de perceber que em TUDO podemos tirar a beleza musical, esse menino(Evan Taylor ou será August Rush) que orfão desde pequeno , cresceu em um orfanato e desde lá percebia que onde passava , onde sentasse ele sentia a música , como se sente um passarinho pousar em sua mão, ele sabia que isso não era por acaso e sim por inflûencia biológica de seus pais que ele nem conheceu , mas iria conhecei pela sua paixão e o amor a música.
Sua mãe a linda Lyla é violinista e seu pai Louis(o mesmo ator que fez o filme sobre o Elvis , no papel principal) um rockeiro com uma banda que junto com o seu irmão tinha já um bom sucesso.Mas o destino fez com que esse menino fosse dado como morto por parte de seu avô, que de maneira alguma queria que sua filha o tivesse, por ter se apaixonado por um homem que fez daquela noite em que ela se entregou, a noite inesquecivel.
E ele sofreu , sofreu nas mão dos meninos do orfanato,sofreu na mão de "O mago"(interpretado pelo imprevisivel Robbin Willians), sofreu pelo destino , que tantas vezes o distanciou do seu objetivo.
E foi com esse enredo que eu Fernanda sentei-me na 5ª fila de uma sala de cinema quase vazia e que poucos minutos antes de acabar o filme me desabei em chorar, não pela história mas sim por pensar que esse menino tem tudo o que eu sempre quis ter.

3 comentários:

lélhens disse...

invejar personagem de filme é cheio de ludismo, pequena. não chore.

Varda disse...

Haaaaaaaaa,sei de que filme vc está falando
*-*
Deu vontade de assistir
o/


=***

lélhens disse...

ah. o 'invejar' foi uma espécie de 'querer pra si', sacou? 'sacou?' tem uma sonoridade genial.